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    <title>Fisesp &#45; Federação Israelita do Estado de São Paulo</title>
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    <dc:language>en</dc:language>
    <dc:creator>comunicacao@fisesp.org.br</dc:creator>
    <dc:rights>Copyright 2010</dc:rights>
    <dc:date>2010-09-02T03:00:00-03:00</dc:date>
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      <title>GT de combate ao Anti&#45;Semitismo promove nova atividade</title>
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      <description>Por uma iniciativa do Grupo de Trabalho de combate ao Anti&#45;semitismo, a Federação promoveu na última quarta&#45;feira, 1º de setembro, uma atividade em novos moldes.
Por uma iniciativa do Grupo de Trabalho de combate ao Anti&#45;semitismo, a Federação promoveu na última quarta&#45;feira, 1º de setembro, uma atividade em novos moldes.


Foram convidados os Padres Edelcio Serafim Otaviani e Donizetti (historiador) e o Rabino Michael Schlesinger, que abordaram o tema: &#8220;Anti&#45;semitismo cristão: história, questões ideológicas, avanços, retrocessos e caminhos possíveis&#8221;.


Dentro deste novo modelo, foram convidados também os conhecidos ativistas comunitários Gilberto Ventura e Raul Meyer, que fizeram comentários e indagações aos apresentadores.


Esta nova atividade não se tratou apenas de uma palestra, mas também de uma interlocução, busca da compreensão e desenvolvimentos positivos neste, e em outros tipos de discriminação, que são componentes do anti&#45;semitismo contemporâneo. 


Houve também um tempo para que os convidados pudessem comentar e debater os assuntos abordados.</description>
      <dc:subject>Capa, capa1</dc:subject>
      <dc:date>2010-09-02T03:00:00-03:00</dc:date>
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      <title>Boris Ber recebe homenagem do Conscre</title>
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      <description>Ato solene homenageou personalidades de comunidades estrangeiras
O Conselho Estadual Parlamentar das Comunidades de Raízes e Cultura Estrangeiras (Conscre) homenageou Boris Ber, presidente da Federação Israelita do Estado de São Paulo, como “Personalidade da Comunidade Judaica”.


O ato solene aconteceu no auditório Franco Montoro da Assembleia Legislativa, e homenageou às personalidades estrangeiras que, por indicação de suas comunidades, tenham se destacado em 2009. A solenidade foi iniciativa do presidente do Conscre, Claudio Pieroni, do vice&#45;presidente, Sérgio Serber e do deputado federal Walter Feldman, que criou o conselho no ano de 2001. 


O evento, considerado o mais tradicional do Conscre, neste ano contou com a participação das comunidades árabe, japonesa, russa, grega, italiana, judaica, letoniana, paraguaia, armênia, moldova, húngara e peruana. 


Após o ato solene, no Hall Monumental, houve apresentações de canto e dança e degustação de comidas típicas em ilhas gastronômicas organizadas e oferecidas pelas comunidades. 


Foram homenageadas também  as seguintes personalidades: Natalia Semionovna Shigaeff (comunidade russa), Antonio Miksian (comunidade armênia), Isidoro Yamanaka (comunidade japonesa), Alfredo Peterlevitz, (comunidade Letoniana), Claude Fahd Hajjar (comunidade árabe), Ian Gillespie (comunidade peruana), Michel Panayotis Mbakirtzis (comunidade grega), Luigi Bauducco (comunidade italiana), Carlos Alberto Alarcon Adorno (comunidade paraguaia), Miguel João Cocicov (comunidade moldova) e David Augusto da Fonte (comunidade portuguesa).</description>
      <dc:subject>Capa, capa2</dc:subject>
      <dc:date>2010-09-01T15:13:00-03:00</dc:date>
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      <title>Federação participa de congresso sobre antisemitismo nos EUA</title>
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      <description>Entre os dias 23 e 25 de agosto, o diretor institucional da Federação, Alberto Milkewitz, participou de um congresso organizado pela Universidade de Yale, situada em New Haven, Connecticut, Estados Unidos 

Entre os dias 23 e 25 de agosto, o diretor institucional da Federação, Alberto Milkewitz, participou de um congresso organizado pela Universidade de Yale, situada em New Haven, Connecticut, Estados Unidos 


O evento que teve como tema, “Antisemitismo global: uma crise da modernidade”, foi composto integralmente de palestras e debates sobre o aumento significativo de diferentes formas de antisemitismo no mundo todo.


Ficou claro que o panorama geral é grave. Desde a Segunda Grande Guerra, nuca houve um momento com tantas manifestações negativas, diversas e simultâneas.


Milkewitz apresentou um relato à Diretoria da Federação, que está trabalhando ativamente para criar mecanismos de prevenção e tratamento desta ‘praga’.


A expectativa não é acabar com o antisemitismo, mas sim administrá&#45;lo, garantindo caminhos legais, esclarecimento aos juízes, apoio à polícia, bem como o trabalho com toda a sociedade em parceria com outras minorias que são perseguidas.


O Grupo de Trabalho de Combate ao Antisemitismo, que funciona na Federação com a participação de acadêmicos, rabinos e ativistas e líderes comunitários já estão organizando novas iniciativas para avançar sobre este preocupante tema.

 

A delegação brasileira no evento foi composta por: Samuel Feldberg, Anita Novinsky, Ilana Novinsky, Lina Gorenstein, Daniela Levy, Ivette Mandelbaum, Aurélio Delgado Ferreira da Silva e Alberto Milkewitz.




Samuel Feldberg (USP),Sammy Eppel (B´nai B´rith Venezuela) e esposa e Alberto Milkewitz (Fisesp)</description>
      <dc:subject>Capa, capa3</dc:subject>
      <dc:date>2010-08-31T18:58:00-03:00</dc:date>
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    <item>
      <title>Nota de Falecimento &#45; Sr. Arie Yaari, Z&#8217;L</title>
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      <description>É com enorme pesar que comunicamos o falecimento do Sr. Arie Yaari, Z&#8217;L, ocorrido no último dia 30 de agosto.
É com enorme pesar que comunicamos o falecimento do Sr. Arie Yaari, Z&#8217;L, ocorrido no último dia 30 de agosto.


Um grande homem, bisavô, avô, pai.


Dedicou&#45;se com empenho e persistência na luta contra o preconceito através da educação dos jovens.


Não havia semana em que o mesmo não estivesse em alguma escola  prestando depoimento como sobrevivente do Holocausto e ressaltando a importância da convivência e respeito entre os povos.


Nossa comunidade perde um incentivador e grande lider judeu.


REVEJA A ENTREVISTA DE ARIE YAARI z´l NO PROGRAMA DO JÔ


http://www.youtube.com/watch?v=Ujt7a39K&#45;PM


http://www.youtube.com/watch?v=xD_u_N4&#45;MEM&amp;amp;feature=related</description>
      <dc:subject>Mais, Litoral e Interior</dc:subject>
      <dc:date>2010-08-30T21:40:00-03:00</dc:date>
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      <title>Cemitério Israelita de Cubatão: o primeiro do Brasil tombado</title>
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      <description>O decreto que reconhece o Cemitério Israelita de Cubatão como patrimônio histórico do município foi assinado nesta quarta&#45;feira (25/8) pela prefeita Márcia Rosa. A solenidade contou com a presença de todo o secretariado municipal.

O Cemitério Israelita de Cubatão é o primeiro tombado definitivamente no Brasil, segundo Beatriz Kushnir, historiadora e diretora do Arquivo Geral do Rio de Janeiro, que também participou da solenidade. &#8220;O resgate da saga da imigração judaica e das pessoas que estão enterradas naquele local não tem preço&#8221;, afirmou, emocionada. Há mais de 20 anos, Beatriz está envolvida em pesquisas sobre os cemitérios israelitas no país e a história de vida das chamadas polacas, muitas delas enterradas neste cemitério judaico.


O campo&#45;santo de Cubatão fica em um espaço anexo ao cemitério municipal. Possui 800 metros quadrados e 75 sepulturas feitas em granito (55 de mulheres e 20 de homens), sendo que a lápide mais antiga data de 1924 e a mais recente é de 1966. Vários representantes da Chevra Kadisha, associação que administra o local, estiveram presentes na assinatura do decreto. Rubens Muszkat, vice&#45;presidente, se sentiu honrado em participar da solenidade. De acordo com ele, apesar de todo o preconceito que sofreram, as &#8220;polacas&#8221; sempre respeitaram profundamente as tradições judaicas.


O tombamento histórico do cemitério israelita é resultado do esforço do Condepac, Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural. O processo garante apenas o reconhecimento histórico, mas a ideia é implantar um Projeto de Educação Patrimonial, com visitas monitoradas ao local e a inclusão deste em roteiros históricos, de acordo com Welington Borges, presidente do Condepac.


Logo após assinar o decreto que validou o tombamento definitivo, a prefeita Márcia Rosa ressaltou a importância da preservação do cemitério israelita. &#8220;Cubatão tem essa história que atravessa os oceanos. Somos descendentes de povos de várias partes do mundo e temos que preservar essas histórias, todas tão particulares. Um povo que não conhece sua identidade não se reconhece&#8221;, afirmou a prefeita. Márcia Rosa sugeriu que o decreto de tombamento circule pelas escolas municipais, para que professores e os mais de 22 mil alunos da rede pública tenham conhecimento dessa história, que deverá ser também incluída no programa pedagógico dos colégios.


Depois da solenidade, um grupo formado por secretários municipais, representantes do Condepac, da Associação Chevra Kadisha e jornalistas, seguiram para o Cemitério Israelita de Cubatão. Lá puderam ver de perto o local que guarda e resgata uma história centenária.</description>
      <dc:subject>Capa, capa4</dc:subject>
      <dc:date>2010-08-30T20:29:00-03:00</dc:date>
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    <item>
      <title>Edição no Brasil de obra sobre o Holocausto é um marco</title>
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      <description>“Ninguém imaginava o que tinha acontecido, até que foram divulgadas as primeiras cenas dos campos de extermínio nazistas, causando um impacto enorme. Tive que sair do cinema”. Foi lembrando esta experiência que viveu como adolescente ao final da Segunda Guerra Mundial que José Gregori, secretário especial de Direitos Humanos da prefeitura de São Paulo e ex&#45;ministro da Justiça, iniciou sua fala no debate realizado no dia 19 de agosto em São Paulo, para marcar o lançamento do clássico livro “O Holocausto – Uma História dos Judeus da Europa durante a Segunda Guerra Mundial”, do historiador britânico Martin Gilbert.
“Ninguém imaginava o que tinha acontecido, até que foram divulgadas as primeiras cenas dos campos de extermínio nazistas, causando um impacto enorme. Tive que sair do cinema”. Foi lembrando esta experiência que viveu como adolescente ao final da Segunda Guerra Mundial que José Gregori, secretário especial de Direitos Humanos da prefeitura de São Paulo e ex&#45;ministro da Justiça, iniciou sua fala no debate realizado no dia 19 de agosto em São Paulo, para marcar o lançamento do clássico livro “O Holocausto – Uma História dos Judeus da Europa durante a Segunda Guerra Mundial”, do historiador britânico Martin Gilbert.


Para Gregori, a obra é muito importante para combater o negacionismo, pois expõe em detalhes a barbárie. “É uma das mais informativas já escritas sobre o tema, extremamente bem documentada. Só mesmo um imbecil como Ahmadinejad [presidente do Irã] é capaz de dizer que não houve os fatos aqui narrados”, disse.


Luis Edmundo de Souza Moraes, professor adjunto da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e coordenador do Núcleo de Estudos de Política da UFRJ, fez uma reflexão sobre a importância da publicação do livro no Brasil: “As universidades precisam de obras assim, para a formação de professores e para a pesquisa. A ausência de literatura em português afasta as pessoas do tema”. Ele ministra cursos de extensão para professores do ensino médio e constatou o total desconhecimento sobre a história do Holocausto; o tema não é oferecido nos cursos de graduação em História.


Moraes notou que a luta contra a negação do Holocausto só pode ser feita com obras de qualidade, pois, segundo ele, os negacionistas dispõem de duas importantes vantagens: 1) a monstruosidade do crime ajuda a produzir a incredulidade; 2) há uma falta de consciência histórica sobre o tema, que leva o público leigo a não identificar fraudes. Para Moraes, há uma sensação de que o Holocausto é problema exclusivo dos judeus; e o nazismo, exclusivamente alemão.


Na conclusão do debate, Gregori afirmou que é importante vincular o estudo do Holocausto com a questão dos Direitos Humanos, para evitar novos genocídios; Moraes observou que tratar do tema qualifica o espaço público, trazendo elementos para uma educação humanista e pavimentando o caminho para uma sociedade plural, que valoriza a heterogeneidade.


O evento, que recebeu divulgação do site Direcional Escolas e do blog Antena Cristã, foi mediado pelo professor Samuel Feldberg, coordenador do Laboratório de Estudos sobre a Intolerância da USP e um dos tradutores da obra. A professora Nancy Rozenchan, do departamento de Línguas Orientais, da FFLCH&#45;USP, foi cotradutora.


Com edição original de 1985, “O Holocausto – Uma História dos Judeus da Europa durante a Segunda Guerra Mundial” já teve 15 edições no Reino Unido e 18 nos Estados Unidos. Gilbert é o biógrafo oficial de Winston Churchill e autor de 82 livros. 


A edição brasileira foi publicada pela editora Hucitec, com o apoio da Confederação Israelita do Brasil (Conib) e do Centro de História e Cultura Judaica do Rio de Janeiro.




A partir da esquerda: José Gregori, Samuel Feldberg e Luis Moraes, no debate em São Paulo. Foto: Eliana Assumpção.




Os debatedores confraternizam na Livraria Cultura, em São Paulo. Foto: Eliana Assumpção.


Deputado federal distribui no Congresso obra sobre o Holocausto


Por considerar muito relevante para deputados e senadores o conteúdo do livro “O Holocausto – Uma História dos Judeus da Europa durante a Segunda Guerra Mundial”, do historiador britânico Martin Gilbert, o deputado federal Walter Feldman (PSDB/SP) distribuiu exemplares da obra no Congresso Nacional.


“Os dados contidos no livro são fundamentais para os políticos brasileiros, para que acrescentem, aos valores que já possuem, elementos de combate à discriminação, ao racismo, a ideologias não&#45;humanitárias. A história do Holocausto tem que ser permanentemente lembrada”, disse Feldman.


FONTE: CONIB</description>
      <dc:subject>Mais, Comunicação</dc:subject>
      <dc:date>2010-08-30T19:01:00-03:00</dc:date>
    </item>

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      <title>Encontro dos participantes do Projeto Educação Para a Vida</title>
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      <description>Com lotação total do Salão Adolpho Bloch de A Hebraica, aconteceu nesta terça&#45;feira, 24 de agosto, o encontro dos participantes do Projeto Educação Para a Vida (Chinuch La Chaim), que aconteceu com o apoio do Vaad Chinuch da Federação Israelita do Estado de São Paulo (Fisesp) e reuniu alunos dos Colégios Bialik, Iavne, I.L. Peretz , Renascença e da Yeshivá Or College de Cotia, que relataram as inesquecíveis experiências vividas durante a viagem à Polônia e Israel.
Com lotação total do Salão Adolpho Bloch de A Hebraica, aconteceu nesta terça&#45;feira, 24 de agosto, o encontro dos participantes do Projeto Educação Para a Vida (Chinuch La Chaim), que aconteceu com o apoio do Vaad Chinuch da Federação Israelita do Estado de São Paulo (Fisesp) e reuniu alunos dos Colégios Bialik, Iavne, I.L. Peretz , Renascença e da Yeshivá Or College de Cotia, que relataram as inesquecíveis experiências vividas durante a viagem à Polônia e Israel.


O evento contou com pronunciamentos de Boris Ber, presidente da Fisesp, Ruben Rosemberg, do Colégio Renascença, Rabino Chaim Passy, da Yeshivá Or Israel, Rabino Marcelo Borer, do Colégio I.L. Peretz, Rabino Samy Pinto, do Colégio Iavne e Isaac Candi, do Vaad Chinuch da Federação Israelita. Todos destacaram a importância do Projeto para o fortalecimento dos jovens, tanto do ponto de vista humano, como da identidade judaica, bem como o imprescindível apoio da Fisesp, da Agência Judaica, das Fundações Arymax e Cyrella e da Agaxtur Turismo para a realização do Projeto.


Para relatar as experiências na Polônia e em Israel, os alunos se valeram de apresentações de Teatro (Colégios Renascença e Bialik), Vídeo (Yeshivá Or Israel),Dança (Colégio I.L.Peretz) e Coral (Iavne). O encontro foi finalizado com o Hatikvá, cantado com muita emoção por todos os presentes.


“Este é um Projeto extremamente importante para a comunidade judaica e para as escolas judaicas. Após três anos de parceria com o Fundo Comunitário, a Federação encampou o projeto e foi buscar novos apoiadores para garantir a sua continuidade. O Projeto Educação para a Vida, é como uma vacina, não traz imunidade, mas deixa uma forte mensagem dentro dos jovens, que retornam com a obrigação de fazer algo pelo povo judeu e de ajudar a construir um mundo melhor”, reforçou o presidente da Fisesp, Boris Ber.


Isaac Candi, coordenador do Vaad Chinuch da Fisesp, falou sobre o sucesso da edição de 2010 e reforçou a continuidade do Projeto Educação Para a Vida em 2011.




Teatro Bialik&#45; Renascença



Salão lotado



Dança do Peretz



Coral do Iavne



Boris Ber



Alunos



Alunos



Alunos



Alunos</description>
      <dc:subject>Mais, Educação</dc:subject>
      <dc:date>2010-08-30T17:37:00-03:00</dc:date>
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      <title>Comandante Geral da Polícia Militar visita a Federação</title>
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      <description>A Federação recebeu na manhã desta terça&#45;feira (24), a visita do Comandante Geral da Polícia Militar de São Paulo, Coronel PM Álvaro Batista Camilo. O fortalecimento do diálogo, e a proximidade das grandes festas (Rosh Hashaná e Iom Kipur) foram os principais temas do encontro.
A Federação recebeu na manhã desta terça&#45;feira (24), a visita do Comandante Geral da Polícia Militar de São Paulo, Coronel PM Álvaro Batista Camilo. O fortalecimento do diálogo, e a proximidade das grandes festas (Rosh Hashaná e Iom Kipur) foram os principais temas do encontro.


Também estiveram presentes no encontro o Cel. PM Antão, Cel. PM Felix, Cel. PM Mariano, Cel. PM Chaves, Cel. PM Lincoln e o Cel. PM Lima.


O presidente da Federação, Boris Ber, explicou ao Comandante quais são as funções da Federação e os motivos que frequentemente levam a comunidade judaica solicitar o auxílio da Polícia Militar. &#8220;O nosso intuito é combater a discriminação. O motivo do encontro com o Comandante Geral da Polícia Militar de São Paulo é proteger os membros da comunidade judaica e garantir uma vida social sem ameaças&#8221;, esclareceu Boris Ber.


O Cel. PM Camilo, pediu o auxílio da comunidade judaica no intercâmbio e na troca de informações com Israel, principalmente no que diz respeito a tecnologia de segurança, e informou que prosseguirá trabalhando em conjunto com a Federação, principalmente nos recintos onde serão realizados os festejos religiosos. &#8220;Faremos tudo o que estiver ao nosso alcance para que atos de ódio e intolerância sejam censurados&#8221;, concluiu o Comandante Geral.


Além dos membros da diretoria e corpo profissional da federação, a reunião contou também com a participação da Câmara Brasil&#45;Israel de Comércio e Indústria.</description>
      <dc:subject>Mais, Segurança</dc:subject>
      <dc:date>2010-08-24T15:41:00-03:00</dc:date>
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    <item>
      <title>Federação recebe advogado para falar sobre crimes na Internet</title>
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      <description>A Federação Israelita do Estado de São Paulo promoveu nesta segunda&#45;feira, 23 de agosto, um encontro com o advogado Rony Vainzof, especialista em direito eletrônico, que deu uma esclarecedora palestra sobre crimes na Internet na sede da Fisesp.

A Federação Israelita do Estado de São Paulo promoveu nesta segunda&#45;feira, 23 de agosto, um encontro com o advogado Rony Vainzof, especialista em direito eletrônico, que deu uma esclarecedora palestra sobre crimes na Internet na sede da Fisesp.

 

Rony, que atua como voluntário junto ao departamento jurídico da Federação, deu detalhes sobre os principais crimes cometidos na Internet, como: anti&#45;semitismo,  pornografia, pedofilia e  ameaça  de privacidade, entre outros.&amp;nbsp; Ele também explicou como é feita a investigação,a  identificação da autoria, o trabalho na preservação das provas eletrônicas e como é a legislação no Brasil.

 

“A Internet não é uma terra sem leis. Os crimes existem e há punição. Hoje, no Brasil, temos 17 mil condenações judiciais sobre crimes na Internet,e se alguém cometer algo ilícito, pode ser punido. Quem quer estar prevenido, deve ter um anti&#45;virus atualizado, ativar o firewall, não abrir emails maldosos e preservar as suas senhas”, destacou o advogado.

 

Para o vice&#45;presidente da Fisesp, Mario Fleck, “O anti&#45;semitismo na rede está crescendo muito e por este motivo a estamos  alinhados com nosso corpo jurídico, para estarmos bem  preparados para quando for necessária uma ação imediata. Dentro deste cenário, palestras como a de hoje são extremamente importantes”.

 

Rony Vainzof  é  especializado em Direito Eletrônico e sócio do Opice Blum Advogados Associados, que  atua no direito digital consultivo, preventivo e contencioso, bem como Penal e Cível. Graduado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e pós&#45;graduado em Direito e Processo Penal pela mesma universidade, o advogado é autor de diversos artigos relacionados ao Direito da Informática e a Internet, sendo, ainda, colaborador em vários veículos de informação.</description>
      <dc:subject>Mais, Comunicação</dc:subject>
      <dc:date>2010-08-23T17:20:00-03:00</dc:date>
    </item>

    <item>
      <title>Na´amat Pioneiras São Paulo cria Núcleo de Mediação</title>
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      <description>Segundo a definição, Mediação é um meio alternativo de solução de controvérsias, litígios e impasses, onde um terceiro, de confiança das partes, por elas livre e voluntariamente escolhido, intervém entre elas agindo como um “facilitador”, um catalisador, que usando de habilidade na comunicação, leva as partes a encontrarem a solução para as suas pendências.&amp;nbsp;
Segundo a definição, Mediação é um meio alternativo de solução de controvérsias, litígios e impasses, onde um terceiro, de confiança das partes, por elas livre e voluntariamente escolhido, intervém entre elas agindo como um “facilitador”, um catalisador, que usando de habilidade na comunicação, leva as partes a encontrarem a solução para as suas pendências. 


A boa novidade é que a Na´amat Pioneiras São Paulo, por meio do Projeto Mulher, acaba de criar o Núcleo de Mediação, com voluntarias treinadas e capacitadas para exercerem a função de mediadoras dentro dos princípios de ética e sigilo.


O lançamento do Núcleo de Mediação foi feito no dia 12 de agosto, na A Hebraica, para as participantes do grupo da “Feliz Idade” e contou com a presença da advogada Joyce Markovits, que atua como mediadora há mais de oito anos e destacou:&amp;nbsp; “ O Núcleo de Mediação da Na´amat vai atender as mulheres e suas famílias em situações de conflito. A mediação ajuda as famílias a se comporem e a construírem soluções”.


Durante o evento  Joyce contou como foi constituído o Núcleo, como será desenvolvido o trabalho na Na´amat e deu detalhes sobre as principais ferramentas da mediação que podem ser aplicadas no dia a dia. “ A mediação tem um efeito pedagógico e  quem passa por um processo de mediação aprende a lidar melhor com os conflitos”, complementou Joyce.


Quem quiser mais detalhes sobre o Núcleo de Mediação pode entrar em contato com a Na´amat Pioneiras São Paulo, no telefone: 3667.5247</description>
      <dc:subject>Mais, Assistência Social</dc:subject>
      <dc:date>2010-08-18T15:55:00-03:00</dc:date>
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